Na década de 80, quando já se destacava entre os mais estruturados conglomerados industriais do País, o Grupo Peixoto de Castro - GPC sentiu a necessidade de otimizar a administração de seus recursos. A carência de um atendimento mais personalizado levou à opção pela fundação de uma instituição financeira própria, o Banco Prosper, que nasceu como corretora em 12 de julho de 1983.
Em 1990, os acionistas decidiram transformá-la em banco múltiplo. Surgia, então, o Banco Prosper S.A. e uma nova corretora, a Prosper Corretora de Valores e Câmbio.
Ao longo dos anos, com o crescimento constante dos recursos administrados, foi fundada em 2005 a Prosper Gestão de Recursos, empresa coligada do Banco.
Hoje, o Banco Prosper atua com carteira comercial, de crédito, financiamento e investimento, e possui autorização para operar no mercado de câmbio. Com mais de 25 anos de experiência no mercado, o Prosper quer continuar atuando fortemente na prestação de serviço aos clientes, dentro dos princípios da transparência, ética, qualidade e segurança.
O GPC, hoje, em sua terceira geração, foi fundado em 1929, por Antônio Joaquim Peixoto de Castro Junior e se consolidou no mercado em diferentes segmentos da economia. Entre as empresas do Grupo destacam-se a Apolo Tubos e Equipamentos; a Apolo Tubulars, joint venture entre a Apolo Tubos e a US Steel; a GPC Química, resultado da incorporação da Prosint pela Synteko; a Metanor - Metanol do Nordeste; a Copenor - Companhia Petroquímica do Nordeste; a RM Materiais Refratários; a Imobiliária Mondesir; a Prosint Agropecuária; a Fazenda Mondesir e o Banco Prosper, braço financeiro do GPC.
O Prosper nasceu e permaneceu por 24 anos em três andares da Rua do Passeio, 70, no Centro da capital fluminense.

A mudança para a Praia de Botafogo, Zona Sul do Rio, ocorreu em novembro de 2007, como decorrência do crescimento do conglomerado financeiro. O surgimento de novos negócios, a necessidade de mais infraestrutura tecnológica e o aumento no número de funcionários foram fundamentais para esta decisão. Havia ainda a exigência legal de separar fisicamente as operações da Corretora e da Gestão de Recursos, que ganharam novas e seguras instalações.